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Os caçadores da ata perdida em busca da pedagogia da matemática do amor
Tragédia na economia e na educação-tramas, tramóias e trambiques.
Prof. Dirceu Moreira


"Sem a Matemática não nos seria possível compreender muitas passagens das santas escrituras". Santo Agostinho
"A matemática é o alfabeto com que Deus escreveu o universo". - Galileu Galilei
"Deus é o grande Geometra. Deus geometriza sem cessar".Platão

Ai está uma visão sobre a gênese da matemática pedagógica do amor, tanto no seu aspecto material e exato quanto do ponto de vista do espiritual. Enquanto S. Agostinho exalta o sagrado contido nas escrituras, Galileu expressa a linguagem Divina e Platão nos mostra que o Criador funciona como o Supremo ou Grande Arquiteto do Universo, a que se referia Pitágoras, que não cessa de geometrizar. O amor percorre todos os caminhos inclusive o seu oposto nada mais é do que o livre arbítrio que o ser humano tem em se utilizar desta energia. Foi assim com os grandes educadores e pensadores da humanidade em todos os seguimentos. A metáfora abaixo traz nas entrelinhas mais um passo para a reflexão sobre este assunto. A matemática pedagógica do amor é verdadeiramente a base de toda INCLUSÃO, porque busca o sagrado em cada ser humano, pois, conforme diz o prof. Henrique José de Souza "Deus é o cântico dos livros sagrados e a harmonia dos sons que vibram no éter".

Certa vez, uma equipe de economistas e educadores foi contratada para resolver os problemas de uma nação muito importante. Tinham como desafio uma grande incógnita: encontrar um quociente para o controle da inflação causada pelas falcatruas, tramas, tramóia e trambiques. Os economistas trabalhavam diuturnamente, realizando cálculos, comparações, análise de gastos, esbanjamento, superfaturamento e projeções econômicas. Os educadores cuidavam de leituras e interpretações de textos em meio a todo aquele emaranhado de problemas, exigindo deles uma astúcia incrível: ler nas entrelinhas e decifrar códigos e letras analfas. As correlações eram cada vez mais divergentes, complexas e difíceis de encontrar o fio da meada. Todas as fórmulas matemáticas e lingüísticas foram testadas, mas sem nenhum resultado positivo. As críticas começam, e com ela "a temporada de caça às bruxas, sem ao menos saber quem são as bruxas". Novamente reuniões são intensificadas e outras tantas cepeis são implementadas, mas sem nenhum resultado. Exausto de tanta procura, um dos educadores se depara com um texto, contido num livro retratando uma passagem em que "incógnita e quociente", estão envolvidos numa trama sem igual, tornando praticamente impossível contar com a colaboração deles para solução da crise inflacionária e econômica e literária de certo país. Decifra-me ou te devoro, eis o enigma. Ouvia se dizer por bocas alheias, que naquele país o povão era chamado pejorativamente de "incógnitos". Os educadores não tiveram dúvida de traduzir objetiva e francamente; como os excluídos. A outra classe representante desta população era chamada de "quocientes" e no meio destes havia aqueles que estavam bem cientes de como montar falcatruas e se saírem ilesos. Vejamos como estão relatados estes acontecimentos e como economistas e educadores encontraram alguns subsídios, para solução do grande desafio que se propuseram solucionar. Quaisquer proximidades com os fatos atuais é "mera" coincidência, no entanto, vamos ao relato:
Nas folhas tantas de um livro matemático, um quociente apaixonou-se doidamente por uma incógnita. Ele o quociente, produto notável de uma família de importantíssimos Polinômios (gente de influência no governo), e ela, uma simples incógnita de uma mesquinha equação literal (o povão na base do leve isso leve aquilo, mas sem a educação que o ensina a pescar). Pobre incógnita! Ela pode ser mesquinha, mas vai dar trabalho. Um povo ignorante sem escola de qualidade também dá muito trabalho e elevados custos. Como incógnita ela era uma atração fatal e irresistível para o quociente, acostumado a decifrar os enigmas da vida. Talvez fosse esse o motivo gerado pelo montante desconhecido de dinheiro que estavam desaparecendo daquele país. Como todos sabem, o amor vai do mais infinito ao menos infinito. O amor não tem limite, nem derivadas. A matemática pedagógica do amor é esse ilimitado poder, mas foi relegada a um segundo plano nesta sociedade e, isso comprometeu toda sua estrutura de ensino. Restavam aos poucos educadores fieis aos princípios da profissão fazer com que a "incógnita" se tornasse consciente do seu verdadeiro papel no mundo da economia, que definitivamente havia abandonado a matemática da pedagogia do amor aplicada aos princípios econômicos e aos números. Sendo isso uma verdade, nada mais justo que uma incógnita procurasse conhecer a si mesmo. Mas este amor pelo quociente se confundiu com paixão e foi então, que numa destas maravilhosas noites, ocorrida nos primeiros dias do dodecaedro dezembrino, que ele a encontrou cabisbaixa e depressiva. Quando a paixão surgiu para a incógnita, ela era própria imagem de Eros (o amor), mas como o amor é algo lindo e maravilhoso, logo a seguir veio o medo da perda e, novamente a incógnita foge do seu próprio destino de unir-se ao quociente e serem felizes. Naquela fatídica noite ela se encontrava em uma ágora de dimensões circular, no meio de inequações insatisfeitas entre si, matematicamente dizendo desiguais. Ainda bem que a incógnita não sofria de agorafobia, se dava muito bem nos espaços abertos, mesmo porque para ela tudo é uma incógnita. Algo, no entanto, a colocava em evidência naquele espaço tridimensional. Era seu belo vestido em "linha trapezóide" e círculos extremamente excêntricos. De concêntrico havia apenas as duas figuras geométricas que contornava um lindo jardim. O quociente sorrateiramente a olhou do vértice à base, olhou-a de todos os ângulos, agudos e obtusos. A incógnita era sem dúvida alguma uma figura ímpar. Se ela fosse par, imagine só o tamanho do estrago teria feito na matemática pedagógica do amor e na economia. Estava ela, com um olhar rombóide tipo paralelogramo, boca trapezóide e corpo ortogonal de dar inveja a qualquer incógnita. São muitas linhas retas para o meu gosto, pensou o quociente. Indignado dirigiu se até ela e curioso perguntou:
_Quem és tu - com este olhar de ânsia radical, que brota do mais íntimo do seu ser?
_ E a incógnita, com a expressão algébrica de quem ama numa progressão geométrica, respondeu docemente e de forma bem generalizada:
_ Eu sou a Raiz Quadrada da Soma dos Quadrados dos Catetos, mas também pode me chamar de Hipotenusa. Como você pode notar, minha vida pode ser vista de poucos ângulos.
Então o quociente numa reação "fatal" tornou sua vida uma paralela à dela, até que se encontraram no infinito. O paradoxal encontro entre paralelas estava com seu destino selado. Assim, eles se amavam ao quadrado da velocidade da luz, numa sexta potência, traçando ao sabor do momento e da paixão, retas, curvas e linhas senoidais e co-senoidais nos jardins da quarta dimensão. Ele a amava e a recíproca era verdadeira, e por um teorema anterior, concluímos que eles se adoravam numa proporção direta em todos intervalos abertos ou fechados da vida. Era um amor transparente, e a cada dia que passava ele crescia na velocidade de uma PA , potencializando-se cada vez mais. Finalmente, quando atingiram o auge de uma PG resolveram se casar, ou seja, formar um lar, ou mais que um lar, uma perpendicular. Qualquer um dos mundos das figuras geométricas e dos números diria que o amor os enlaçou, as pontas das duas paralelas se uniram. Estava formado o circulo do amor. Era o momento em que a linha da vida se projetava sobre aquelas duas paralelas, promovendo em ambos o verdadeiro encontro. Surgiria dali dois pontos de interseção ou casamento, surgindo assim um sinal matemático muito importante: a multiplicação, que é o que se espera de um casal. Convidaram para padrinhos o Poliedro e a Bissetriz e traçavam planos, equações e diagramas para o futuro, sonhando com a felicidade integral e diferencial. A bissetriz recomendou aos dois: quando precisarem de um novo ângulo é só me chamar, é claro que se referia aos filhos e ela, bissetriz funcionária como parteira, já que sua função é dividir um ângulo em dois. No entanto, três quadrantes depois, quando ela estava com todas as coordenadas positivas, eles se casaram e deste relacionamento nasceu dois filhos, muito engraçadinhos que era a cara dos pais. Adoravam brincar com os amiguinhos Ordinal e Cardinal que gostavam das coisas muito bem arrumadas, nada de bagunça. Filho de incógnita, incógnita é, o mesmo é valido para o quociente e para os demais, mas sempre uns ajudando aos outros. Os pais os matricularam numa escola de nome Dodecaedro, por volta dos seus quatro anos para fossem desenvolvendo seus potenciais. Para surpresa da Incógnita e do Quociente, depois de casados, quando melhor se conheciam, descobriram que eram primos entre si. Aquela situação foi fatal para os filhos, mas também um grande momento de crise para o casal e a incógnita ficou sentindo se uma dizima periódica simples, repetindo compulsivamente para o quociente que ela era culpada. Mais que isso eles eram apenas sinais num jogo matemático com pólos diferentes, mas com potenciais de mesmo valor. Após o nascimento do fruto do amor, ela já havia sofrido quatro operações e algumas simplificações, mas continuava bela e esbelta. Não havia figura geométrica, inequações, equações e etc., que não desejasse saber quem elas eram, e somente podiam fazer isso através da incógnita. A incógnita não sabia, mas era admirada por todos do mundo da matemática. Ela sabia que naquele meio da boa-temática, também havia os que praticavam a má-temática, os invejosos esperando apenas uma oportunidade para fomentar suas tramas. A matemática da pedagogia do amor entende muito bem deste jogo de polaridades e consegue extrair o bem do mal e vice versa, numa verdadeira arte do bem viver. Na verdade o amor é felicidade, e isto incomoda e inequações estão por todos os lados, provocando as desigualdades, mas o verdadeiro amor (Eros) jamais se corrompe diante destas desigualdades, ao contrário ele as une. A incógnita é busca constante deste grande encontro entre o amor humano cheio de suas incertezas como o amor Divino. A cada dia que passava o amor entre o Quociente e a Incógnita crescia tanto, que no esplendor de suas múltiplas possibilidades estavam prestes a descobrirem a maior de todas as incógnitas: o potencial de uma PT (*). Um trabalho que demandaria ainda muito tempo de vida a dois e que por certo mudaria o rumo dos cálculos matemáticos. Enquanto isso, eles viviam felizes e tudo corria às mil maravilhas, mas se descuidaram da rotina do dia a dia, e então veio a monotonia. Mais do que isso o quociente não se tornou consciente do amor verdadeiro (Eros) e ela também permaneceu no seu mundo de dúvidas e incógnitas (Psiquê), assim o fogo da palha que deveria alimentar aquela relação não pegou fogo na lenha. Foi nestas circunstancias que surgiu o outro. Sim ele, o Máximo Divisor Comum, freqüentador de círculos concêntricos viciosos. Ofereceu a ela uma grandeza absoluta, e ela movida novamente pela incerteza de ser uma eterna incógnita, cedeu aos seus encantos. Novamente a incógnita se comporta tal qual psiquê e, por sua insegura abandona um relacionamento sólido com seu amado quociente, que poderia ser o Eros (amor) de sua vida. No entanto, o MDC imbuído de más intenções e assim que pode aproveitou da fraqueza da incógnita e reduziu-a a um simples denominador comum. Uma matemática onde somando 1+1= deu como resultado 1, porque ele é o máximo, porém mal sabe que quando alguém é reduzido a um mínimo, quando explode é maior que o máximo. Naquele fatídico momento, o quociente, consciente dessa regra de três, viu que não formavam mais um todo, uma unidade, mas que isso a descontinuidade tomou conta de sua vida. Fora traído quando a deixou de lado. Esqueceu-se que em essência uma incógnita, acorda todo dia atormentada por uma inquietante busca de uma resposta, e ele, o quociente era sua razão de ser. A contra parte, agora era a parte do contra. Inevitavelmente ele passou a fazer parte de um dos vértices de um tal triângulo amoroso, também conhecido como triângulo dramático. Em um dos vértices superiores estava o MDC no papel de perseguidor, no vértice inferior o Quociente como uma pobre vítima e no outro vértice superior fazendo dupla com o MDC estava a Incógnita no papel de salvadora, porem não era mais do que uma própria vitima de seu destino. Arrependida queria salvar o quociente, seu verdadeiro e grande amor. Além do mais na dinâmica de todo este processo de traição, ela foi reduzida novamente a uma simples fração e talvez a mais ordinária de todas. Será mesmo? Só que Quociente e MDC, portanto, o amado e o amante não percebiam que o trunfo estava nas mãos dela. Foi então que o Quociente resolveu determinar um ponto de descontinuidade na vida deles, dele o máximo e dela o mínimo. Perdeu a consciência, e com certeza mudou seu papel de vitima para perseguidor no perigoso e fatal jogo do triangulo dramático. Foi então que depois de alguns dias, numa noite fria do primeiro semiperíodo, quando encontrou os dois amantes em colóquio amoroso, ele o MDC em termos menores, e ela a incógnita em combinação linear, transformou-se num ponto de acumulação de raiva e vingança. Planejou tudo muito bem e de forma estratégica utilizando-se de um algoritimo poderoso. Pegou então sua 45 automática, deu um giro de 360 graus e aplicou a solução trivial. Foi essa a condição necessária e suficiente para que os dois amantes passassem para o espaço imaginário e ele, o quociente, fosse para um intervalo fechado onde só havia a luz solar, através de pequeninas malhas quadráticas, onde passou o resto de sua existência desgraçada e melancólica. Uma fatalidade para os três, porque mudaram de papeis neste perigoso jogo de perseguidor, salvador e vítima. No entanto se nada fizessem viveram um relacionamento banal, mas pelo menos estariam vivos. Este fato relembra um pouco o mito de Tristão que trai sua esposa Isolda de mãos brancas e vai ao encontro da ex Isolda a bela, mas a outra Isolda quando percebeu o que estava ocorrendo lançou suas tramas e dos dois amantes morrem. À medida que o tempo ia passando, o Quociente se definhava e com ele todas as possibilidades de solução dos problemas, até que num certo ponto, a Suprema Existência que a tudo assistia, viu que tinha que agir imediatamente, porque quociente sem incógnita (sua contra parte) resolveu lançar mão de mais uma de suas estratégias para que as coisas voltassem ao ritmo normal. Chamou os dois filhos de incógnita e quociente que mesmo sendo menor de idade o potencial era o mesmo. Assim este Supremo Arquiteto do Universo (Deus em todas as religiões) lançou mão do seu projeto implementando a ordem no mundo dos números e das formas, denominado-o de cosmopedagogia do amor, para que os homens entendessem que a parte "cosmo" é o amor divino e o pedagógico e mesmo andragógico representa o amor humano, mas que somente se chega àquele através deste, tendo a educação como único caminho para se decifrar incógnitas. Quociente (consciente) somos todos nós pelo dom que recebemos da inteligência traduzida em amor e sabedoria. A incógnita representa toda alma humana, nossos comportamentos e emoções mal resolvidas. Temos aqui o encontro da fé com a razão, do cérebro com o coração, que o homem precisa compreender melhor. Disse o professor Henrique José de Souza: o homem não é sábio porque sabe, ele é sábio porque ama. Eis ai a síntese da matemática da pedagogia do amor. A partir deste instante começa a renascer novamente a esperança, para os seres humanos e principalmente para os abnegados educadores e economistas que estavam à procura de inúmeras incógnitas para os questionamentos e solução de toda degradação moral e espiritual que assolava aquela sociedade. O novelo estava tão emaranhado e os nós tão apertados que as próprias pontas perderam a consciência, não sabiam mais onde era o começo e o fim e com isso tornando se incógnitas, nada mais restava, senão dizer: Nosce te ipsum. Conhece-te a ti mesmo ó incógnita e o quociente virá. O caminho por onde todas estas mudanças poderão ocorrer, chama-se EDUCAÇÃO.
Entretanto, para que isso aconteça é preciso ficar claro que a educação tem três pilares importantes de potencialização do ser humano. 1º) através de uma progressão Aritmética (PA) - 2, 4, 6...2º) através de uma progressão Geométrica - 2, 4, 8, 16. (PG). 3º) através de uma progressão Transcendente (PT) do Mestre Kut Hume - 2, 4, 16, 256, 65.536, onde no sexto termo atinge este potencial incrível de 4.294.967.296. Infelizmente Incógnita e Quociente terminaram por não desvendar este grande mistério da evolução, pois, quando uma pessoa entra no caminho (Objetivos claros) e uma vez que ela concentre todas suas energias nesse ponto, seu avanço evolui de PA, PG para uma Progressão Transcendente. É preciso compreender que esta transcendência deve acontecer também dentro de cada um, local onde se dará o encontro de Psiquê e Eros; da alma e do espírito como síntese do Amor. Somente depois disso, educação poderá tornar possível que os economistas propiciem o encontro harmônico entre o Quociente e a Incógnita. Assim tanto a inflação quanto a deflação poderão se transformar apenas em uma progressão aritmética nos seus passos inicias, mas sob controle. A inflação não precisa almejar nem sequer crescer numa PA quanto mais numa PG, a menos que seja para divisão e a partilha dos resultados entre todos. É preciso muito cuidado e vigilância dos sentidos, para a inflação não descambar em direção a uma progressão geométrica. Agora quanto aos relacionamentos temos que inflaciona-los até uma - progressão transcendente - PT e para felicidade da nação e bem estar geral do povo a Progressão Transcendente só se aplica ao processo de Evolução do Ser Humano - auto crescimento. Se isto se aplicar às tramas, tramóias e trambiques não há capital que agüente.
Para você que acabou de ler o meu drama e o da Incógnita, procure compreender como essa dualidade está presente na sua vida, inclusive como a principal chave do seu sucesso pessoal. Se você está Consciente e aceitar as incógnitas, elas não serão assim tão aterradoras. Às vezes, elas fazem parte apenas de uma tarefa rotineira. Ela representa ainda o seu inconsciente, um oceano de oportunidades, então e como tal ela espera o seu mergulhar a fim de retirar-lhe e transformar os tesouros que ali se encontram. Quanto mais as pessoas fazem dos problemas verdadeiros "cavalos de batalha" e fogem deles como se fossem ameaça e não uma oportunidade., tanto mais eles vão atormenta-las. Quanto mais se foge da cruz mais o diabo aparece, diz o ditado popular que traz nas entrelinhas o seguinte significado: quanto mais você foge dos problemas, mas eles irão atrás de você. A única coisa que o inconsciente (incógnita) quer, é se tornar consciente (quociente). Se você não aceitar esta inexorável verdade, então vai passar o resto de sua vida atormentado por si mesmo. Exterminar este inimigo é se auto destruir. Como isso é impossível quando pensamos além do corpo físico, o que sobre é um sofrimento, até que a mudança tenha o seu lugar.
Não são trocando de pessoas, nas escolas, empresas, nos relacionamentos, amizades, trocando de emprego, partido político, religião e etc., que se resolvem as "Incógnitas" de nossas vidas, mas aceitando-as como elas são. Quem sabe as pessoas nos ajudarão a desvendar nossas incógnitas, na medida em que as projetamos nelas e ai então elas nos servirão de espelho. Em essência somos um quociente portador de muitas incógnitas que representam nossas metas a serem atingidas. No caso das tramas, tramóias e falcatruas elas nada mais são do que o lixão da sociedade, mas lixo também se recicla e com isso, nada se perde, tudo se transforma.
O povo e o governo unido conseguirão através da educação, portanto consciente de sua luta pelo dever e não apenas pelo poder, o real, o cruzeiro, dólar etc., não terão apenas um plano, uma moeda, mas um padrão monetário forte, estável e flexível, afinal: Quociente e Incógnita são os dois lados da moeda. O ponto de equilíbrio entre estes dois pólos será de nossa responsabilidade. Moeda deriva de moneda ou monada. Monada tem o significado de essência Divina e então porque não recuperar para a moeda (dinheiro) o significado de algo que tenha um valor material para se atingir o espiritual. Somente a lei em movimento nas trocas do capital x trabalho de forma justa poderá manter todas as moedas em equilíbrio, do contrário será sempre assim: quem tem se protege de quem não tem e, isto fica muito caro. Daí nós podemos sonhar com o surgimento do tão sonhado e único padrão monetário, portanto uma só moeda, talvez um só povo, uma só religião que tantas vezes se referiu o prof. Henrique José de Souza. Se nós pararmos de girar e interagir dentro do processo "onde eu ganho, você ganha e o social ganha", a moeda perderá o seu valor real e com a queda teremos o retorno à inflação. Então as tramas, tramóias e trambiques só estão esperando esta oportunidade para piorarem ainda mais a situação, pois seu lema é: não há nada tão ruim que não possa ser piorado.
Encontrar culpados é fácil e cômodo; realizar cada um a parcela que lhes compete, eis o desafio. A matemática da pedagogia do amor não busca culpados e sim soluções, porque o amor é sabedoria e como tal de sua didática é o ensino equilibrado entre a emoção e a razão, o material e o espiritual, o bem e o mal, como dois pólos que requerem que sejam o fiel da balança para o seu perfeito equilíbrio.
O alerta está dado.
Avante Incógnitas e Quocientes que o progresso precisa de vocês, ou melhor, de cada um de nós, pois nosso lema na matemática da pedagogia do amor será: não há nada tão bom que não possa ser melhorado.
Esta metáfora foi baseada num texto de um pedaço de jornal de 1968, que li e não constava nem o nome e nem data do jornal. Ele foi relatado de outra forma no livro amoterapia.

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