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DA INCLUSÃO DIGITAL À INCLUSÃO HOMINAL(*)-Física, Mental E Psicológica
(A metáfora da quase inclusão do casal Ipod e Ipodnão)- Prof. Dirceu Moreira
(*) - hominal: que pertence ao reino humano.

Todos nós somos responsáveis pelas mudanças e aquisições para a educação brasileira. Prof. Dr. Nelson de carvalho salles
À medida que aumenta participação das empresas em ações de responsabilidade social, o desafio é incluir toda a sociedade. Revista Opet/Mercado-2005.
Há um crescente desejo e uma necessidade de inclusão, seja de reações funcionais, de processos, de conciliar diferenças. Márcio Zenker, prof. e consultor do Insadi
No cenário nacional da inclusão, o prof. Nelson tem um olhar abrangente ao se referir à educação brasileira e neste aspecto cumpre muito bem seu papel de educador, enquanto o prof. Márcio coloca-a dentro de um contexto das diferenças e, creio que seja a das mais difíceis inclusão entre as deficiências não apenas físicas, mentais, mas também psicológicas como prevê a declaração da ONU em 1975 e da OMS de 1980 e no Brasil em 1993 ao se referir às funções psicológicas. No entanto, como nesta metáfora dos Virtualezes, iremos tratar da inclusão no âmbito social, cabe reforçar e relembrar o que consta na revista Opet/Mercado: "o desafio é incluir toda sociedade" e nisto estou plenamente de acordo, e a educação será o eixo desta grande roda de mudança social.
"...docentes ensinem menos e os discentes aprendem mais ..."Comenius. Baseado neste grande educador e incluidor o Sieeesp conclamou os educadores no seu último evento (X Congresso) a ensinar menos para aprender mais.Eu ainda ousaria complementar Comenius com uma frase do dr. Ermelindo Pugliesi: fácil de aprender, difícil de esquecer. Uma verdadeira didática dinâmica e atuante. Em síntese, o ai está a inclusão do conhecimento que leva ao SABER a que todos têm direito. Na prática pedagógica como diz a prof. Mª Regina.R.Stefano é necessário o outro lado que é o Dever que com facilidade as crianças incorporam este conceito no seu dia-a-dia. A inclusão requer ter consciência dos direitos, sem esquecer jamais do deveres e precisa começar desde pequeno. Assim podamos conferir de perto o que acontece no mundo dos "vitualezes" e, constatarmos se a nossa prática de inclusão confere com o discurso.

Certa vez em uma sociedade virtual, os problemas de inclusão começaram a ficar real, de tal forma que a luta entre os opostos tornava se cada vez mais evidente. Os virtualezes, nome dado aos que nasciam naquela sociedade, era um povo que havia se habituado a viver na fantasia, produto das falsas promessas dos seus comandantes, tanto que, prevendo a possibilidade de que algo mais sério poderia acontecer com a estabilidade do sistema, procuram excluir a participação da sra. Ipod, chamada também de Aipode, e do sr. Ipodnão cujo apelido é Aipodenão. Eles desconfiavam que apesar deles serem opostos, ambos tinham algumas ideais contrárias ao sistema e por várias vezes foram pegos juntos confabulando idéias e sentimentos. O sr. Ipodnão e a sra. Ipod foram viver nos periféricos do mundo virtual, mas enquanto o sistema pensava ter resolvido o problema, apenas o transferiu de lugar. Eles chamavam isto de re-engenharia, mas no fundo não passava de uma Ré- engenharia ou engenharia burra.
O sistema operacional, ou melhor, governante denominado de Nio, não permitia a inclusão de outros sistemas ou formas operacionais que fossem diferentes. Aliás, havia sim um ponto muito inclusivo no sistema "Nio" e, ninguém poderia rotulá-los de exclusivista, afinal é preciso reconhecer a pseudo boa vontade deles. Os outros sistemas seriam "incluídos", desde que numa área restrita e sob controle do "Nio", ou seja, estavam "quase incluídos".
Nestas alturas dos acontecimentos o povo "virtuales" não suportava mais tantas barbáries exclusivistas do sistema. Dos 24,9% que deveriam ser aplicados na educação, apenas 0,9% chegavam realmente ao destino. Quando confrontados o porque desta defasagem, o sistema "Nio" respondia com ar de sabedoria, ou melhor, de prepotência: nós enviamos o valor total, mas as escolas e as secretarias de ensino aplicam apenas 0,9% e se não usam devem devolver o que não lhes pertencem. Dessa forma o sistema Nio tinha boas fontes de lucro. Acontece que numa verificação por parte dos responsáveis pela educação nas suas escolas e regiões virtualezas, ficou constatado a existência de um "buraco negro" virtual, por onde o dinheiro desaparecia. Foi levantada uma hipótese, da existência de um "outro lado", mesmo porque todas as coisas possuem dois lados e às vezes um terceiro ou...
A Sra. Ipod e o Sr. Ipodnão que haviam sido expulsos para periferias do mundo virtuales, e depois de algum tempo pensando que não mais poderiam ajudar o seu sistema a promover a mudança, resolveram se casar acreditando com isso que um anularia o poder do outro, mas constataram exatamente o contrário quando nasceram os filhos. O primogênito chamava se Daumloude e como herdeiro de Ipod e Ipodnão, aprendeu com os pais as peripécias do mundo virtual e desenvolveu um princípio de inclusão, para que as pessoas pudessem baixar programas, textos e ferramentas para terem acesso à inclusão digital e cultural. Não contente com isso, implantou um programa de ajuda aos menos favorecidos virtualezes cujo apelo era: "O Cavalo pode ser pangaré, mas o seu montador é um exímio cavaleiro". Um movimento a favor da inclusão dos menos favorecidos intelectualmente e, que eram pejorativamente denominados naquela sociedade, de "virtualóides", de vez em quando alguém mais com mais sensibilidades chamavam-no de virtuodescendentes.
O segundo irmão conhecido como Apigreide, voltou seus estudos à inclusão física dos "rarduers", mas também tinha consciência de suas limitações em incluir peças usadas ou novas em determinados sistemas virtuais de operações. As rampas de acesso, ou melhor, as ferramentas tinham que ser revistas e readaptadas. Os sinais, ícones, teclados Braile, sistema de sinais sinestésicos (sensações para os surdos-mudos), sistema de captação de vozes, designer especiais e etc., foram seus maiores desafios para se processar a inclusão das deficiências físicas. Assim como os computadores precisam de apigreide para melhor operacionalização, as pessoas precisam de inclusão para ser acolhidas e respeitadas a fim de que possam desenvolver suas potencialidades de amor e sabedoria. A deficiência é física mas a essência é Divina.
O terceiro irmão tornou-se muito conhecido por "Apideite", cujo preparação por parte da mãe sra. Ipod e do pai sr. Ipodnão, os direcionou para construção de programas que possibilitasse com que os sistemas operacionais se mantivessem atualizados. Mas Apideite não se limitou apenas a este trabalho, levou-o também para os Virtualezes como proposta de inclusão dos menos favorecidos psicologicamente falando, os portadores de transtorno, desconforto, incomodação, inquietação, dificuldade de relacionamento afetivo, causados principalmente pela desestruturação e desequilíbrio na família, fruto principal da discriminação e dos pré-conceitos do sistema NIO da sociedade virtualeza.
Infelizmente os virtualezes, sofriam o efeito sanfona "inclui x exclui", que já vinha acontecendo desde os primórdios do seu desenvolvimento. Como o casamento da Sra. Ipod com o Sr. Ipodnão e o trabalho de seus três filhos Daumloude, Apigreide e Apideite que foram se especializar em educação inclusiva constataram que não apenas a escola deveria ser inclusiva, mas também a família e a sociedade, porque os limites que as separam nada mais são do que pontos de "intersecção". E segundo eles é nessa área que se deve começar um programa de inclusão, porque há convergência de valores, deixando-se para um segundo plano as áreas de conflito ou de interesses particulares. Estes pontos de intersecção atuam como forças impulsionadoras, motivadores que auxiliarão, as experiências com programas de inclusão que estarão com os olhos aberto para o global da sociedade dos virtualezes. Tanto que o primeiro programa a entrar em ação envolveu as deficiências físicas "rarduer" de âmbito de uma região virtualeza e depois gradativamente para todo o sistema. A Sra. Ipod e seu marido Ipodnão, percebendo a gravidade dos problemas, procuraram direcionar a inclusão com programas "sofitiuer", aqueles ligados ao plano mental tendo em vista que este grupo de virtualezes também sofria grande discriminação social e eram rotulados de "dementesvirtuais" ou "virtuóides", por isso sofreram a exclusão do sistema Nio. No entanto a sra. Ipod alertou o seu esposo sr. Ipodnão, que às vezes se esquecia de alguns detalhes fundamental e, sem perceber cometia erros no processo de inclusão. Tratava-se nada mais, nada menos que um índice aproximado de 40% de virtualezes que apresentavam alguma disfunção de comportamento ou dificuldade de manter um relacionamento adequado em sociedade, sub produto da exclusão das famílias desde tempos remotos, e ponha controle remoto nisso. Os resultados recaíram sobre os já então pesados ombros da educação, que tinha que cumprir aquilo que era obrigação da família: educação e limites. Com isso fazia cair o índice de ensino e a culpa sobre os educadores. Diz-se que mesmo nos dias atuais, a sociedade dos virtualezes continua na luta pela inclusão, mas afirma a sra. Ipod: Os direitos e deveres não precisariam de uma Constituição para assegurá-los, eles constam na Essência do Ser e para isso prestem atenção na frase que vou citar: "Deus se divide em homens para que estes se somem novamente a ele".Henrique J.de Souza. Enquanto esta consciência não brota, precisamos de leis para incluir. Eu luto pela inclusão, mas reconheço que excluir faz parte de um programa de inclusão, e assim vamos fazendo os acertos.
Já o sr. Ipodnão, apesar do nome, se limita a dizer e orientar seus filhos, que nem tudo pode, sob pretexto de que poucos irão querer aprender a pescar, outros procurarão alguém para lhes dar a vara, o rio, a isca e o peixe e, ainda haverão aqueles que virão cobrar o peixe que não chegou às suas mãos. Penso que pode acontecer de que alguns possam perguntar: que peixe? Por isso a inclusão tem quer ser de corpo (aspectos das deficiências físicas), e de alma (deficiências psico mentais = emoção e razão), para que o Ser Humano possa evoluir em Essência de Amor e sabedoria, nos seus aspectos mais sublimes da espiritualidade.
No entanto todo esse trabalho pode sofrer a intervenção de mecanismos do sistema NIO, através de vírus e raquers. A inclusão requer constantes vacinas anti-vírus para combater os contrários, até atingir a estabilização, ai então o sistema entra em manutenção. No entanto para combater o vírus 3b.exe -besteira, bobagem e babozeiras, executáveis, temos que instalar o competente anti-vírus 3ê.exe ou seja: Escola, Ensino e Educação executável que manterá em funcionamento todos os programas de inclusão.
Implantar a inclusão através de decretos, leis e MPs é a primeira tarefa, mas o mais difícil estará na mão daqueles que farão o papel de inclusores. Naquele mundo virtual, os primeiros a sofrerem a implacável discriminação da inclusão foram os próprios inclusores. Aqui no mundo real, a escola e os educadores sofrem por tão semelhante situação, mas não há mais retorno. Inclusão é a mudança de um estado de consciência, e ainda mais agora que está se globalizando. Tanto a ONU, como a OMS e outros organizamos mundiais estão de olho na inclusão social e, por conseguinte na educação inclusiva, tanto que o próprio decreto que a regulariza no Brasil se baseia nestes. Os três se referem às condições físicas, mentais e psicológicas, naquilo que os filhos da Sra. Ipod e do não Ipodnão tanto se dedicaram. Daumloude é o direito à inclusão através do conhecimento, envolve aspectos mentais, apigreide, refere-se à inclusão das deficiências físicas e o apideite a inclusão e o acolhimento da carência afetivas, de ser reconhecido, aceito e de dignidade. Os três se incluem numa única coisa: Dignidade Humana e Cidadania, num processo maior chamado de "Socialização" onde INCLUI a Inclusão social e educacional. Por enquanto nem tudo no mundo do Ipod (Aipode), tem possibilidades de ser incluído, pela próprias limitações do seu sistema operacional embora seja ele um players de áudio digital e bem mais moderno. Analogicamente falando em relação ao padrão NIO dos virtualeses, o nosso sistema social ainda terá que sofrer várias ações de Apigraides, Daumloudes, Apideites para uma verdadeira inclusão das deficiências ou dificuldades físicas, mentais e psicologias atinjam níveis de adequação social.
Um exemplo que merece ser citado é programa de profissionalização de jovens do IPP - Instituto Paulista Profissionalizante, uma Ong associada ao PNBE - Pensamento Nacional de Bases Empresariais, que não é virtual e como diz a profª Kátia Issa Drug, diretora do IPP, membro do PNBE e diretora da GD Assessoria: "Precisamos colocar jovens no mercado de trabalho para que outros se beneficiem do nosso projeto. Se as pessoas perceberem a importância dessa iniciativa, acredito que conseguiremos atingir esse objetivo e mudar muita coisa no País".
Tal qual no mundo virtualez Não basta um doumloude (receber), precisamos de apideites (atualizar), bem como de apgreide (complementar). Acredito que muitas coisas mudarão no Brasil na proporção do que diz a profª Kátia, seguindo os passos de nosso grandioso JK Juscelino Kubstechk realizar 50 anos em cinco e esperamos sinceramente que a cada dia novos políticos tomem esta consciência.
Não basta incluir, é preciso acolher e manter, para que se dê a superação individual e a transformação social.
Assim sendo, "O desafio é incluir toda sociedade". Assim a educação poderá ser cobrada na sua devida parcela, de forma Justa, Sábia e Harmonica.
Prof. Dirceu Moreira

 

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