Anchieta o primeiro educador e empreendedor do Brasil

Henrique J.de Souza

Celso Antunes

 

Emilia Ferreiro

Jean Piaget

José Luiz de Faria Neto

Simone Aline Abranches Machado

Nelson Salles

 

Hamilton Werneck

Vygotsky

Gleen Doman

Thais

Você

e muitos outros

RELAÇÃO DOS ARTIGOS PUBLICADOS- Por Dirceu Moreira

(Os artigos em azul estão disponíveis para baixá-los, os demais estão disponíveis no banco de dados deste site, basta solicitar por e-mail que lhe enviaremos)


1.Homenagem ao dia do professor
2.Manifesto em prol do "Desarmamento da desinteligência" - ou das "Forças armadas do saber
3.A hora e a vez da EducaçãoHhistória com o propósito de facilitar o resgate da dignidade da educação e de quem a ela se dedica com amor/sabedoria.
4.Da Inclusão Digital para Inclusão Hominal: física, metal e psicológica - revista vida urbana (Ba)
5. MEC -Mestres Educadores Conscientes (A hora e a vez da educação II)
6.O que vem depois do Não. Pode ser o Sim.- 3ª Parte A metáfora da incongruência
7.A potencialização do capital humano
7a.Os caçadores da ata perdida
8.Grandes empresas: um novo olhar
9.A Velocidade Potencializadora das Organizações: Santo de casa não faz milagres?
10.A Hora e a Vez dos Administradores

11.A Inflação e o litro de 900ml

12. Sem medo de ser Criativo
13- O Espinho organizacional

14. Socorro o Cliente Chegou I

15. Socorro o Cliente Chegou II

16. Socorro o Cleinte Chegou III

17- Isso é que é atendimento!

18. O Clente tem sempre razão: Tem certeza disto? -

19. Só Vendo Vendo!

20.Transtornos Pré Matrimoniais: A TPM DOS NOIVOS - I

21. Transtornos Pré Matrimoniais: A TPM DOS NOIVOS - II

22. Perguntas geradoras de reflexão:TPM III

23. CIA.DE PAIS & FILHOS ILIMITDA (perguntas e respostas) - revista vida urbana (Ba)

24. - Disciplina e indisciplina em sala de aula: quem são os responsáveis?

25.O Senhor dos Caminhos: A educação rumo à construção do saber

26. Um grande exemplo de valorização da educação

27. A Escola de Corpo Alma e espírito: uma visão holística da educação - revista direcional educador

28. Educação e capital HUmano

29. A hora e a vez do administrador

30. Cia. de Pais e filhos ilimitada: a família

31. A educação Passa por Quatro Caminhos

32. Por que fazer terapia

33. Os caçadores da ata perdida - Apae

34.A síntese da psicologia humana

35. A inclusão da exclusão: o efeito sanfona na educação

36.Os caçadores da ata perdida em busca da pedagogia da matemática do amor

37. A pedagogia do auto crescimento:A Maestria e a arte de apontar caminhos

38. Diretrizes para uma educação Moderna: sugetões para um PPP - revista aprendizagem

39.NOOSFERA ORGANIZACIONAL e EDUCACIONAL: como está o clima no seu ambiente de trabalho? revista direcional educador

40. PIA E PIÁ AMBIENTAL: uma visão humana e ecológica da educação ambiental (publicado originalmente na revista Direcional Educador em dez/07)

41. NATAL: o amor e sabedoria das crianças

42.O SABER E O VIVER HOJE: A ESCOLA COMO ALICERCE DA ÉTICA E DA CIDADANIA

43. A ARTE DE SE TORNAR LÍDER: os múltiplos desafios de um educador I Parte - Publicado na REvista Direcional Educasdor

44. A ARTE DE SE TORNAR LÍDER: os múltiplos desafios de um educador - II Parte - Publicado na REvista Direcional Educasdor

45. A ARTE DE SE TORNAR LÍDER: os múltiplos desafios de um educador - III Parte - Publicado na REvista Direcional Educasdor

46. A LENDA DO FAROL: os sete sabedres de um educador

47. DEZ MOTIVOS PORQUE NÃO FUI UM BOM PAI

48. A RESPOSTA: OS DEZ MOTIVOS PORQUE NÃO FUI UM BOM PAI - Autor Gabriel Henrique Mondoni Moreira

49. O Semeador de esperanças: um enigmma educacional

50. A inclusão da exclusão:chega de efeito sanfona

51. Bullying ou brincadeira: como identificar

52. A matemática do amor: um mergulho nas relações humanas (publicado no portal Ig e na revista direcional educador)

53. Ensino profissionalizante: uma parceria inclusiva entre escola e empresa - revista aprendizagem

54. Fórmula para o sucesso educacional

55. Os alquimistas educacionais estão chegando: a magia e a arte de transformar pessoas ( 4 partes) - publicados na revista direcional educador)

56. TAM- Transtorno do assédio moral - bullying

57. BULLYING - ASSÉDIO MORAL: as causas e os efeitos de uma violência silenciosa

58. COMPROMETIMENTO NA GESTÃO DO ATENDIMENTO - Santa educação (revista direcional educador)

59. AUTOGESTÃO E LIDERANÇA: os múltiplos desafios de um educador na arte de liderar (revista direcional)

60. PSICOBIONTOLOGIA: uma visão holística do ser humano

61. Terceira idade: entrevista

62. Alegrias e tristezas de final de ano

63. O semeador de estrelas: consciência ecológica

64. Namoro à distância (entrevista portal ig)

65. O semeador de esperanças: um enigma educacional - publicado nos anais do congresso de Passa Vinte-mg

66. Os alquimistas educacionais estão chegando I

67. Os alquimistas educacionais estão chegando II

68. Os alquimistas educacionais estão chegando III

69. Os alquimistas educacionais estão chegando IV

70. Encontro consigo mesmo

71. A VITÓRIA NO VESTIBULAR ESTÁ NO CONTROLE EMOCIONAL

 


    HOMENAGEM AO DIA DO PROFESSOR- Todos os dias - Prof. Dirceu Moreira

    "Plante sementes de bondade e de amor, mas não se preocupe com os seus resultados futuros. Ajude e passe adiante. Lance as sementes ao solo, e deixe que cresçam e frutifiquem. Aguarde um tempo... mas, por enquanto, plante as sementes da bondade e do amor, por onde quer que você passe". Henrique José de Souza (professor, filósofo, educador, escritor - (1883-1963)

    Eis ai a síntese de tudo aquilo que um educador de verdade deve trazer na consciência. Nada do que ele plantar dentro destes princípios será perdido. Essas sementes adubarão o fértil solo da mente e corações de nossas crianças e jovens. A educação semeia hoje o que vamos colher em três etapas, aquelas de imediato, a médio e a longo prazo. A paciência e a perseverança serão os elos que unirá para sempre os laços da esperança, possibilitando a cada educador, olhar para traz e enxergar os frutos de sua semeadura. Caso o professor não saiba fazer isso, por certo pisará sobre o que semeou e não terás provado do fruto da árvore do conhecimento. Existem exemplos a serem seguidos como este: "Acreditamos e sabemos que no Cavalinho Branco & Jucaris Faria estamos formando crianças, jovens, altamente inteligentes e extremamente capazes, puros, honestos e sadios, que com certeza transformarão o nosso país numa terra de paz, ordem e grandeza". Ideais educacional que se complementa no que diz Celso Antunes:"Quem na terra assume novas formas de ensinar e aprender não precisa pedir licença no céu, pode ir entrando..." O ato de semear é livre, mas a colheita não deixa alternativa, é obrigatória e intransferível, por isso professor, ter consciência do seu papel profissional é tornar-se Mestre.
    A cada dia que passa vemos que a educação, vem ocupando perante a sociedade o seu verdadeiro valor, na preparação de um novo Brasil. Apesar de tudo que vem acontecendo, não devemos perder a esperança, porque às vezes é preciso semear hoje para uma colheita no amanhã, mesmo que neste amanhã não estejamos mais aqui. Professores/educadores digno de tão nobre título saibam que todos os dias em suas salas de aula, vocês semeiam o conhecimento para que amanhã ele seja colhido em forma de saber, por seus alunos que levarão em seus corações para o resto da vida. Neste dia 15/10 encontre motivos de sobra para celebrar essa profissão arte, não se ocupe com as criticas, porque elas partem daqueles que têm medo do seu brilho, porque você incomoda. Gostaria de compartilhar com vocês sobre minha primeira professora Dona Ondina. Lembro-me dela até hoje (passado 54), porque no primeiro dia de aula no sítio da cidade de Ribeirão dos Índios ela elogiou os meus "garranchos". Aquele elogio que você fez um dia para o seu aluno, talvez você não tenha percebido, mas fez uma grande diferença. São marcas e precisamos ficar atentos que marcas estamos deixando em nossos alunos. Eu sei que isso às vezes possa passar despercebido, principalmente quando se dá aula em duas ou mais escolas e ainda ao chegar em casa (principalmente se é mãe) tem que enfrentar a terceira jornada. Cuidar dos filhos, do marido, da casa e etc. A quem você pede colo para descansar? Quando então esse professor (a) terá condições humanas para se reabastecer/descansar? Há muito que se conquistar, embora esteja na Constituição Brasileira, só se processará uma mudança estrutural a partir da tomada de consciência de cada educador. José Augusto de M. Lourenço (prof. e pres.do Sieeesp e da Fenep) diz: "qualidade na educação não é diferencial, qualidade é obrigação". Dá para entender que a qualidade começa na pessoa e assim sendo, fica claro, que sendo o educador seu porta voz, ele tem por responsabilidade manter a qualidade do ensino. Não existe MP (medida provisória) para se promover este estado de qualidade. É preciso 10% de inspiração e 90% de transpiração, porque "Ex abundantia cordis os loquitur: A boca fala do que está cheio o coração". É Preciso humanizar ainda mais as escolas e, ao educador resgatar-lhe os seus valores e a dignidade de SER HUMANO. E isto é que se chama de VERDADEIRA INCLUSÃO, ninguém em primeiro lugar, mas todos. Não basta incluir a criança sem fazer o mesmo com aquele que acolhe. Falamos dos professores e de todos aqueles que fazem parte da longa caminhada de SER educador, porque como diz Nelson de Carvalho Salles (prof. e empresário) "As jornadas de sucesso também precisam de ajustes". Os ajustes fazem parte de todo processo de inclusão
    A inclusão tem que ser de palco, de platéia, mas jamais podemos esquecer dos bastidores.

    PROFESSSOR: O MESTRE
    P assa o tempo, mas não passa o
    R espeito por tão nobre profissão, porque
    O nde estiver um professor a
    F é o impulsionará em sua caminhada
    E spalhando as mais lindas
    S ementes de amor e
    S abedoria, porque no amanhã poderão
    O lhar para trás, sentindo e se
    R econhecendo como verdadeiro educador.
    O mestre é aquele que tantas vezes
    M ostra os caminhos e vigilantes,
    E speram que seu aluno encontre-o em
    S i mesmo e, com o poder da
    T ransformação, poderá
    R econhecer o tesouro de amor e sabedoria
    E mblemado em seu coração.
    Há sempre uma presença marcante na vida de educador: o verbo amar e o saber.
    "Pai quando o professor ensina, ele também aprende, não é mesmo?" Giovanna Lorenza (11 anos)
    "Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina". Cora Coralina
    "Todos os professores tem a função de transmitir conhecimento aos seus alunos através do método do amor, pois somos as sementes do futuro." Rafael Hermés (13 anos)
    "Não se pode falar de educação sem amor". Paulo Freire
    "É incrível o quanto nós, educadores, somos capazes de realizar! A cada dia procuramos criar, renovar, construir, inventar algo para tornar nossa prática pedagógica mais eficaz." Célia Godoy (prof e pedagoga).
    "As escolas, fazendo que os homens se tornem verdadeiramente humanos, são sem dúvida as oficinas da humanidade." Comenius


Manifesto em prol do "Desarmamento da desinteligência" ou das "Forças armadas do saber"® Agora Clique aqui p/ver a 3 parte

(Este manifesto não pretende influenciar em prol da decisão do "sim" ou do "não", mas possibilitar a reflexão em busca de uma 3ª via que qualifica a inteligência)- (Manifesto enviado para o deputado federal ilmo.sr. Luiz Eduardo Greenhalgh e para todos os integrantes da Câmara dos deputados em Brasília)


Estamos vivendo um momento muito importante da história de nosso país. Como brasileiro que sou, amo este país, porque acredito naquilo que o prof. Henrique José de Souza disse durante sua vida inteira (1883-1963), que o Brasil será o berço de uma "Nova Civilização" e para que isto aconteça realmente o Brasil tem e vai ser passado a limpo, como já está ocorrendo nos meios políticos.
Na cartilha do desarmamento consta: 12. Precisamos dar o primeiro passo:
O desarmamento não é a única solução para o problema da violência que é multicausal.
Existem vários fatores que influenciam a violência (a desigualdade social, a qualidade do ambiente urbano, a eficiência dos sistemas de justiça e segurança pública, etc.).
Mas, com a diminuição da circulação de armas em nossa sociedade será possível diminuir o número de armas nas mãos dos criminosos, bem como, reduzir o número de pessoas que perdem a vida por motivos banais.

Todos nós sabemos realmente que a violência é multicausal. Assim sendo e me baseando em uma afirmação do prof. Henrique que contém mais ou menos o seguinte texto: "quanto maior o estado de consciência de um povo, será cada vez menor o número de leis", gostaria então de sugerir a V.Sa. e a todos políticos, que depois desta campanha do desarmamento ou concomitante a ela, fosse feita uma outra, a que darei os seguintes títulos: "O DESARMAMENTO DA IGNORÂNCIA", ou "O DESARMAMENTO DA DESINTELIGÊNCIA" ou "O ARMAMENTO EM PROL DA SABEDORIA", ou ainda "AS FORÇAS DESARMADAS DO SABER", onde cada cidadão brasileiro fosse ARMADO de sabedoria e conduzidos ao podium da dignidade. O local onde se daria este "desarmamento pelo saber" se processaria nos bancos das ESCOLAS, onde a EDUCAÇÃO seria qualificada como "O GRANDE EXERCITO DAS FORÇAS DESARMADAS", portadora da "ARMA DA SABEDORIA". É claro, que não é possível ensinar alguém com o estomago vazio, mas se não o ensinarmos a pescar, o tornaremos um aleijado mental perante a sociedade voltando-se contra ela, como está acontecendo. A Marginalidade não ocorreu de um dia para o outro. O ser humano não é mau na sua Essência. Culpamos as pessoas, a sociedade, as armas, a tv e etc.Todos nós somos ao mesmo tempo o individuo, a família, a escola e a sociedade. Culpa-la é julgarmos a nos mesmos. Achamos bodes expiatórios a cada momento. Agora são as armas. Armas não matam, quem mata são os seres humanos e também é quem as constrói. E por que o fazem? Multifatores estão presentes. Os efeitos nada mais são do que a própria causa em andamento. Podemos fazer um curativo, mas isso não quer dizer que eliminamos a doença. Uma campanha como essa teria um impacto bem maior se fosse seguida da referida campanha a que me referi. Tenho certeza que muitas pessoas pensam da mesma forma. A história dirá quem está certo, e espero que o desarmamento não seja mais um engodo do tipo: Brasil "ame-o e deixe-o" e "doe ouro em prol do Brasil". Ninguém discute a necessidade do desarmamento, mas o como será feito e quais ações do que virá depois. Atacamos os efeitos e não as causas multifatoriais, inclusive citadas na referida cartilha do desarmamento.
Gostaria de citar um trecho contido na "Mensagens das Crianças do Brasil, aos pais em todo o mundo". Jan/1956, grupo de jovens da Soc.Brasileira de Eubiose, em S.Lourenço-MG.
"Ó homens de poder: reconhecei que o mundo pertence mais às crianças do que a vós próprios. Abraçai-vos, homens de toda terra, nossos pais, e conduzi-nos com alegria a nossos destinos, que esta será a vossa maior gloria e a benção que vos tornará imortais em nós".
Quem eram crianças e jovens naquela época e onde elas estão hoje? Será que não estamos julgando a nós mesmos? Percebemos que naquela época já havia uma consciência clamando pela paz, pois se tratava dos perigos da guerra atômica, mas o EUA não se desarmou, bem como outros paises também não o fizeram.Quiçá possamos ser um exemplo, tal qual clamaram aqueles jovens acima citados. Vamos tirar a arma de fogo que mata e entregar a cada um a arma do fogo do amor/sabedoria: um fogo que não mata, mas que transforma e eleva o Ser Humano para um novo estado de consciência. Se isto não for feito, tudo não passará de mais uma encenação, embora acredite que o povo brasileiro não mais irá suportar falsas promessas, campanhas milagrosas de última hora. Porque:
"Você pode enganar algumas pessoas todo o tempo.
Você pode também enganar todas as pessoas algum tempo.
Mas você não pode enganar todas as pessoas todo o tempo".
Abrahan Lincoln - Presidente americano assassinado
Vamos desarmar o Brasil: não apenas de armas de fogo, mas também da fome, do desemprego, da má qualidade do ensino, do desprezo pela educação, da má qualidade na saúde, dos maus políticos, dos abusivos impostos, da corrupção, dos enganadores e exploradores do povo, dos falsos profetas, daqueles que não amam o Brasil...

VIVA AO POVO BRASILEIRO!
VIVA A PAZ
VIVA AOS HOMENS DE BOA VONTADE
VIVA O BRASIL
Prof. Dirceu Moreira

COMPLEMENTO

Há uma coisa que é preciso ficar claro, pois não se trata de ser pelo "sim" ou "não", porque os dois lados são autoritários e não oferece opção de negociação, da busca de um equilíbrio apesar do estatuto possibilitar o porte de arma regulamentado. Trata-se de qualificar a inteligência do povo brasileiro e sua competência em discutir os assuntos que os envolve. Esse paternalismo exagerado, sempre decidindo o que o outro deve ou não fazer. Repetindo: Por que somos obrigados a votar "sim" ou "não"? Não há opção e sim imposição. Porque não proceder assim também para os atuais e próximos mandatos dos governantes e políticos?
Sabemos que o velho provérbio popular diz que "o povo tem o governo que merece", mas nosso povo não está mais merecendo o governo que tem (no seu sentido amplo), e que tenta se perpetuar no poder sob qualquer pretexto. Imaginemos então o trabalho dos grandes Seres tentando e lutando com as armas "desarmadas" do saber para nos impulsionar na direção da paz, da fraternidade, da igualdade... Será que ele seria compreendido por aqueles que ostentam o poder? Gostaria ainda de fazer outro desafio: suponhamos que fosse solicitado, que todo cidadão do Brasil, qualquer que fosse sua posição financeira, político, social, religiosa cultural, todas instituições sem exceção nenhuma, inclusive as forças armadas, destruíssem suas armas. Você faria isso agora ou desconfiaria de alguns ou muitos poderiam estar blefando? Não precisamos de armas, mas também não gostaria de ser obrigado a votar "sim" ou "não", porque este autoritarismo nem sequer permite que anulemos, ou que tenhamos a 3ª via de opção e solicitarmos um MOVIMENTO NACIONAL em prol do "Desarmamento da desinteligência" proposto acima. Por que decidir de última hora, se o projeto existe desde 12/2003? Por que ele não foi amplamente divulgado de imediato através da mídia, já que o assunto é antigo, fazendo-o através de palestras de esclarecimentos em todas as escolas de 1º, 2º e 3º grau, nas comunidades, nas ONGs etc.? Por que o "sim" se utiliza tanto dos artistas, ou formadores de opinião? O "não" por sua vez apela para o medo e institucionaliza-o. De longe eu aprecio estes dois sujeitos: " sra. Sim" e o "sr. Não", pseudos líderes disfarçados de ditadores.
Também não gosto do sr. Talvez, mas tenho uma certa simpatia pelo sr. Ainda, que pelo menos dá um sentido de continuidade. Na realidade precisamos de sete irmãos inseparáveis para nos ajudar neste processo de decisão pra não virar imposição: O sr. O Quê?, representante da comunidade dos esclarecedores, dos idealistas, o sr. Por quê?, como representante da assembléia das reflexões/significados e do estabelecimento das prioridades, e do 3º, que é o sr. Como? representante da câmara dos procedimentos, das metodologias. No entanto, na reunião Para Lamentar foram convocados somente os outros quatro irmãos e por isso deu no que deu, ou vai dar no que vier a dar. Foram eles: o sr. Quem?, porque ninguém sabe quem foi mesmo, e quem fez tantas..., o sr. Onde?, que se encontra confuso, porque a cada hora surge um novo local onde as coisas acontecem (correio, banco...,), depois vem o sr. Quando?. Este então é de dar pena, está mais perdido do que cego em tiroteio. Quando? Alguém arrisca dizer quando todos estes acontecimentos serão resolvidos. Finalmente o sr. Quanto? Aliás esse sujeito nos pegou no contra-pé. Chegamos mesmo a pensar que saberíamos o quanto tudo isso custou para a nação brasileira, mas a cada dia esse sr. Quanto não sabe quanto é, acho que nem mesmo do custo do marketing deste referendo. Pois bem, meus senhores e nobres representantes do povo brasileiro, os três que representam o poder e o dever, não foram convocados. E assim os 4 decidiram optar pelo "sim" e pelo "não" porque dá menos trabalho. Afinal de contas esclarecer, ensinar, conscientizar, pode não interessar a muitos, mas os poucos que ainda restam têm que lutar para fazer o papel de muitos. O prof. Henrique José de Souza, nos alertou sobre estes problemas que enfrentamos atualmente, durante toda sua vida (1883-1963), mas não havia ouvidos para ouvir. Se tivéssemos escutado, não seria preciso referendo. Se a humanidade tivesse ouvido a Cristo naquela época, também não estaríamos assim. Seria me alongar demais, citando os nomes de tantos que também alertaram, cada um de seu modo. Eu acredito que tem muita gente com medo de se deparar com uma CPI coordenada pelos professores srs. O quê?, Por quê? E Como?.

Viva as forças desarmadas do saber
Viva o desarmamento da desinteligência
Viva ao amor/sabedoria, a ética e à justiça
Viva o Brasil como berço de uma nova civilização

Prof. Dirceu Moreira

A HORA E A VEZ DA EDUCAÇÃO I

Uma história com o propósito de facilitar o resgate da dignidade da educação e de quem a ela se dedica com amor/sabedoria.

OS CAÇADORES DA ATA PERDIDA


"PROFESSOR: um ilustre desconhecido, mas nem tanto."

"Grande é aquele que deseja instruir-se; maior o que se instrui, porém muito maior, o que oferece seus conhecimentos aos demais". Prof. Henrique José de Souza

Este pequeno capítulo, foi escrito em forma de metáfora para exprimir nas entrelinhas a grandiosidade da educação e de todos àqueles que a ela se dedicam de coração. Assim como as parábolas atingem a todos os corações e se eternizam, porque são ensinamentos atemporais ,a metáfora é um passo nesta direção, portanto foi assim que foi construída esta história.
Tudo começou numa bela tarde de primavera de forma tão desapercebida que até as flores se perguntavam o que estava acontecendo.
Era uma vez, ou até mais de uma, vivia um povo muito perto de nós, porém estavam longinquamente afastados dos corações de muita gente, cujo fato se atribuía à falta de tempo e os corre-corres do dia-a-dia. LISARB, como era conhecida esta terra, se destacava pela enorme extensão territorial. Ali viviam milhões de pessoas que eram conhecidas como Lisarbianos. Tratava-se de um povo alegre, criativo e muito receptivo, tanto que lá conseguia viver em paz todos os tipos de "tribos" vindas das mais diferentes partes do mundo. A luz do grande Ocidente brilhava naquela Pátria, indicando ao mundo o seu esplendor. No entanto onde há muita luz também existem trevas, a fim de que o homem possa enxergar verdadeiramente as duas faces da mesma moeda. Sua bandeira e seus símbolos indicavam a tão almejada PAZ, que se projetava através de um progresso consciente que qualificava os valores humanos dos lisarbianos. Porém, como tudo no mundo estava virando de pernas para os ares, numa verdadeira inversão de valores, também os Lisarbianos sofriam esta nefasta influência, no entanto, havia naquele povo, algo que era diferente de tudo: a esperança. Apesar de estarem vendo ruir os pilares de sustentação da família e da escola, como autênticos faróis-guia de uma sociedade; algo no entanto, permanecia inalterado neles: a Fé em algo Superior. Assim aquelas famílias fragmentadas nos seus valores morais e éticos, pela falta da presença mais efetiva e afetiva dos pais como autênticos representantes do fogo sagrado do Lar (lareira), permitiam que as chamas da sabedoria quase apagadas, pouco pudessem reluzir a dignidade interna de cada um. Desta forma, obscurecida a mente humana, pouco se podia compreender sobre os ensinamentos dos dez princípios, códigos ou mandamentos, para a convivência harmônica entre os seres humanos. As sete virtudes, que possibilitavam o retorno à casa do pai estavam praticamente esquecidas, dando campo à fertilidade dos seus opostos; os sete pecados capitais, onde a preguiça florescia no pântano da passividade, cuja procrastinação do tempo era sua ferramenta número um. Por isso era comum ouvir-se: estou sem tempo filho (a), vamos conversar depois. Por sua vez o sistema educacional como farol a iluminar a consciência humana do povo de Lisarb, também refletia esta instabilidade, dificultando a preparação da nobre moeda do capital, denominado "Humano". Esta moeda deveria ser potencializada, a fim de que o meio social, pudesse usufruir desta riqueza, porém isto somente poderia ser feito através do amor e da sabedoria, propiciando-lhe o despertar deste nobre capital, de valor incalculável pelos processos econômicos mais avançados do planeta.
Foi neste quadro caótico onde havia pouca expectativa e esperança, que três crianças, apareceram de repente trazendo nas mãos uma esperança, mas para isso tinham que encontrar seus ex-professores que já haviam abandonado a escola, por inúmeras dificuldades, que o povo e o governo já conheciam de sobra. Somente os professores, os pais e as crianças podiam sentir na pele, o que representava a dor da exclusão que paradoxalmente era provocado pela própria inclusão mal planejada. Todos Lisarbianos sabiam que uma família desestruturada, comprometia o processo de educação através do amor, cuja responsabilidade está na circunscrição da família, portanto dos pais.Esta desagregação podia levar à ruína uma nação inteira, através do efeito dominó. Adoece a célula, contamina-se o órgão e compromete o organismo, assim se dá com qualquer sociedade. Mas...
Quando aquelas crianças se depararam com seus ex-professores ouvindo mais um daqueles comícios, cheios de promessas e palavras bonitas, mas vazias na sua intenção, aproximaram-se imediatamente deles e ...
_Professores, professores... Desculpem-nos incomoda-los, mas vocês poderiam deixar isso de lado e nos dar um pouco de atenção. Por favor nos ouçam que temos algo importante a dizer, pois esse discurso nós já conhecemos, mesmo sendo crianças. Não vamos perder tempo com isso agora. Nós temos que cumprir uma missão muito importante e só podemos conseguir se contarmos com a ajuda de vocês. O que vocês fazem aqui? Já não é hora de crianças estarem na cama, responde um dos professores.
_Não Mestre, principalmente quando nossos corações estão aflitos.
_Então o que querem de nós, se já não somos mais seus professores?
_Só queremos entregar uma moeda, que um anjo do céu pediu para dar a cada um de vocês.
_Está bem pode nos dar, estamos mesmo precisando de dinheiro. Quem sabe este Anjo poderá trazer-nos a luz da esperança, respondeu uma professora com uma lagrima nos olhos ao reconhecer nas crianças, seus ex-alunos.
_ Lembrem-se, vocês serão caçadores de uma ata perdida. Na verdade ela não está perdida , nós é que estamos, disse uma das crianças. Isso é tudo!.

Antes de sair, as crianças abraçaram seus professores e disseram-lhes: que a Luz de Deus os ilumine nesta jornada que é nossa e de todas as crianças e jovens Lisarbianos.
Então cada professor recebeu uma moeda onde havia estampado uma gravura e alguns números a fim de serem decifrados. Cada professor, ainda emocionado pelo ato inesperado das crianças, guardou sua moeda, sem ligar muito para o que elas disseram. Pensavam eles tratar-se apenas da imaginação delas, até mesmo porque nisto as crianças são especialistas.
Terminado o comício cujas promessas eram tentadora em se acreditar nelas novamente, cada professor se dirigiu para sua casa.
Naquela noite mesmo, todos tiveram o mesmo sonho onde alguém lhes diz:
- Eu sou o Anjo que enviei aquelas crianças para entregar a cada um de vocês uma moeda muito especial. Compete a cada um decifrar o enigma contido nela, o mais rápido possível. Não abandonem o barco, para não serem julgados por aquilo que vocês podiam fazer, mas não fizeram, vocês são a esperança de muitos "amanhã". Que tudo isso se cumpra no prazo de sete meses e sete dias e sete horas.
Em um dos lados da moeda, o enigma da monada ou essência Divina, entregue pelo Anjo se fazia representar por um triângulo com o vértice voltado para cima. Em um ângulo inferior estava escrito o número, 15, no outro o número 10 e no vértice superior um sinal de (?).


Do outro lado da moeda Havia um triângulo voltado para baixo que tinha os seguintes números, 5, 3, 8. Quando se transpassa um triângulo sobre o outro, forma-se uma estrela de seis pontas com uma grande interrogação no meio.
Não bastasse isso, o número 731 estava cunhado sobre a interrogação. Assim que tudo for decifrado, vocês encontrarão uma ata de no. 137, que será a chave para decifrar o último enigma. Estas foram às últimas palavras do Anjos.

 

No dia seguinte, após se levantar e meditar a respeito do assunto cada professor resolve ligar um para o outro e marcam um encontro. Ao se reunirem e compartilhar do sonho que tiveram, ficaram impressionados com tantas coincidências que haviam tido nos sonhos. Sem perda de tempo se organizaram em sub grupos e partiram para pesquisa em todos os campos do saber humano. Passaram-se quase 7 meses e depois de muita dedicação e trabalho, e com a missão praticamente completa, se deram conta que faltava a tal da "ata perdida", mencionada por uma das crianças. Foi num destes livros empoeirados e esquecidos numa estante, de uma velha biblioteca, que por acaso, aliás não tão acaso, que um dos professores encontrou referencia sobre os mistérios dos números, permitindo que os enigmas se tornarem mais claros. Sem dúvida nenhuma, esses abnegados arqueólogos do conhecimento, começaram a decifrar à luz do mundo o verdadeiro significado da Educação, da missão e do ideal de um educador.
Assim, exaustos mas recompensados pelo encontro do merecido tesouro, os professores tiveram que relatar então suas teses, com as seguintes conclusões:
1º) Os números 15 e 10 nos vértices inferiores do primeiro triângulo identificam a data em que se comemora o dia dos professores, mestres, educadores etc., que era 15/10 de cada ano.
2º) Em relação àquele ponto de interrogação no alto do triângulo com seu vértice voltado para cima, eles intuíram que deveriam substituir a interrogação pelo no. 7, já que o grupo era formado coincidentemente por sete pessoas.
3º) Deduziram ainda que somando se os números 10 e 15, obteriam a soma 25 e, novamente reduzindo-o obtiveram novamente o número sete (2+5=7). Estes números formavam um triângulo voltado para cima, representando o aspecto material. Somaram todos os números 10+15+7=32, que expressam os 32 portais da sabedoria, que saem da boca daqueles cuja profissão é a arte de ensinar, e também nada menos que 32 dentes. Basta!
4º) O no. 15 estava no 1o. vértice da base como símbolo da família. Os professores pesquisaram e descobriram que número 15, no antigo livro, significava a força misteriosa, portanto, a luz de Deus no coração de cada ser, de cada criança. Se reduzido ele é igual a 1+5=6, cuja misteriosa configuração de uma estrela, é formada pela transposição de um triângulo sobre o outro.
5º) O no. 10 no segundo vértice do triângulo foi identificado como representando a ESCOLA (ESCOL= fina flor que é o conhecimento) como "Necessidade," ou seja uma necessidade de potencializar o capital humano. Número este que serve de elemento avaliador nas mais diversas situações da vida de todos.
6º) Os professores chegaram a mais uma conclusão em relação ao 10 também pode ser representado pelas letras "I" e "O", simbolizando a Inteligência Ontológica(onto=ser).
7º) Naquela altura dos acontecimentos, os professores já haviam decifrado a síntese dos valores da FAMÍLIA, e da ESCOLA, faltava no entanto o SOCIAL. Foi, num destes momentos de inspiração, que aqueles educadores, já cansados de tanto trabalhar, correlacionaram que se o no. 7 correspondiam ao número de pessoas do grupo. Este número "7" deveria representar o aspecto social, o coletivo, grupo, já que a própria palavra Lisarb para ser pronunciada exigia também 7 fonemas (sons=lisarbi). Assim sendo, os professores continuaram tirando mais conclusões:cada Lisarbiano é igual a 10(letras, fonemas),portanto a nota máxima do potencial humano daquele povo. Precisa dizer mais?
Sim, é preciso dizer muito mais que isso, porque estes abnegados professores não se dando por satisfeitos, continuaram...
8º) Somando-se os números 5, 3, 8, do triângulo voltado para baixo, obteremos o numero 16 e, este número mais uma vez viria completar outra parte do enigma,pois, novamente naquele livro, disse um professor, o número 16 representa a morada de Deus, projetando sua luz de AMOR, SABEDORIA, e REALIZAÇÃO a todos os corações humanos. Não seria esta outra forma de estarmos falando do primeiro princípio, código ou mandamento? É bom refletir...
A partir deste ponto os professores foram encerrando suas conclusões: se a família educar a criança através do amor terá como resultado, a confiança, respeito e disciplina; portanto, preparando crianças motivadas e interessadas em aprender.Com isso a família estará facilitando o papel do educado em sala de aula, que não precisará acumular funções de tias (os), "pais" etc. Cumpre-se assim aquilo que é a finalidade primordial da educação: DESENVOLVER A INTELIGÊNCIA ATRAVÉS DA INSTRUÇÃO, neste sentido, a parceria entre a família e a escola terá como produto final, pessoas preparadas potencialmente para atender os pré-requisitos da SOCIEDADE. É o mesmo que dizer da união entre o coração (família) e o cérebro (escola), e não se falar apenas em inteligência emocional, mas também da inteligência ESPIRITUAL. Além do mais o número 7 também simboliza o vencedor, mas o vencedor no sentido daquele que supera a si mesmo e, representa também os sete princípios ou estados de consciência do ser humano, além dos 7 dias da semana, 7 pecados capitais etc. É bom recordar que o Anjo quando apareceu em nossos sonhos se refere a 7 meses, 7 semanas e 7 dias.
9º) Quando os professores resolveram curiosamente somar todos os números e reduzi-los, calaram-se diante dos resultados (48= 8 + 4 = 12).
É o doze disse um dos professores, e neste livro que estamos pesquisando descobri que este número representa o sacrifício (sacro+ofício= um trabalho sagrado), a abnegação o idealismo. Se não fossem estas qualidades, será que ainda estaríamos aqui buscando descobrir porque nos dedicamos tanto à educação, insinuou aos demais.
Vejam vocês, disse outro professor. Quando se inverte o número 12, obtemos o 21 que aqui no livro diz que é a recompensa, a realização, o sucesso, portanto, NOSSA MISSÃO ESTÁ EM VIAS DE CONCLUSÃO. Vejam, ouçam e sintam em seus corações o que vou dizer, fala um professor entusiasmado com a possibilidade de terem finalmente decifrado todos os enigmas: vinte e um, somado mais "Um" que simboliza o trabalho do grupo, ou cada professor individualmente, obtém se o resultado 22 que é o VENCEDOR. Nisso interrompe a professora que tem o nome de Joana e diz:.
Ao fazer minhas pesquisas e correlacionar estas ditas cartas, encontrei mais uma possibilidade que não pode ficar de fora.
Se reduzirmos novamente este número 21= 2+1, obtemos o número 3, que representa o progresso feminino, o poder da intuição. Acredito que como as mulheres constituem a maioria nesta profissão pelo menos nas duas etapas iniciais do ensino, podemos perceber que estamos cumprindo nosso papel com muita garra e dignidade, sem com isso desmerecer o lado masculino, mesmo porque este mesmo três, pode ser ainda a representatividade do pai, mãe e do filho, de tal forma que jamais poderíamos negar o valor das polaridades que em síntese se complementam.
De fato e sem puxar a sardinha para um lado ou outro, a prof. Joana tinha toda razão, pois se as mulheres tivessem abandonado a sagrada "Barca da educação", qual seria a realidade que teríamos hoje?
Mas, apesar de tudo isso que os professores conseguiram, ainda havia algo que os frustrava e incomodava.
Onde estaria a tal da ata de no. 137, já que sem ela a missão não estaria completa?
Não demorou muito tempo e a merecida recompensa pelos esforços, e confirmados através das previsões dos números, eis que surgem novamente as três misteriosas crianças, vestidas de cores brilhantes, no amarelo, azul e vermelho e sobre o coração de cada uma encontrava-se três letras formando a palavra LEI.
Então elas disseram:
_Parabéns pela dedicação, competência, coragem, fraternidade, amor, fé e esperança por parte de todos vocês, que continuam acreditando na educação e nas sementes do "amanhã' que somos nós. Com toda certeza tal esforço não foi e nem será em vão.
_ Vocês são vencedores, porque superaram a si mesmo, neste mergulho interior e com isto se transformando TRANSFORMARÃO O MUNDO, através de nobre arte de EDUCAR pela metodologia do AMOR, tão ensinadas pelos grandes MESTRES e "AVATARAS" ou manifestações Divinas, que se sacrificaram a ponto de doarem suas vidas em prol da evolução humana. Traziam e trazem sempre um novo estado de consciência, portanto, uma nova EDUCAÇÃO global de onde derivam todas as outras.
Em seguida as crianças desapareceram, sem que ninguém tivesse tempo de dizer ou perguntar qualquer coisa.
Apenas uma interrogação permanecia: onde estaria a ata de número 137?
10º) Naquele instante, ainda envolvida pelo acontecimento, a professora Joana trazia nas mãos um livro muito estranho "FAMÍLIA, ESCOLA e SOCIEDADE: O PONTO DE EQUILÍBRIO DE LISARB". Imediatamente ela abriu o volumoso livro na última página de número 731, a chave final para o grande desafio. Nela estava escrito a seguinte instrução: peque o número 7 e inverta-o e terá a letra "L", agora faça o mesmo com o 3 e terá a letra "E" e finalmente com o número 1 obterás a letra "I. Com a união destas três letras tereis a formação de uma palavra poderosa que é a "LEI". Lei essa sábia justa e perfeita (um conjunto de leis universais), que na sua grande marcha atemporal, vem regendo os destinos de tudo e de todos nós seres humanos.
Então naquele momento tudo estava consumado. Era como se a própria "LEI" se fizesse representar pelos sete professores(o L=7), pelas três crianças (o E=3) e por um anjo (o I=1). A ata 137 estava muito bem protegida e velada atrás do número 731.
O anjo trouxe as idéias e as sementes dos sublimes ideais, as crianças as transformaram em um plano estratégico e os professores realizaram a missão. Assim estavam ali reunidos o Templo que é a família fruto da educação pelo amor, a Escola onde se potencializa a inteligência e o Teatro como o social a oferecer o trabalho, campo de ação para realização da grande obra do Eterno na face da terra.
Conta-se que tempos depois, aqueles professores retornaram à sala de aula com outro estado de consciência e se transformaram em autênticos "Caçadores de atas perdidas" do amor e da sabedoria, por reconhecerem naquelas crianças as "Sementes douradas do amanhã". A esperança de Lisarb voltava a brilhar mais intensamente no mundo e no coração de cada criança, como símbolo do "novo porvir".
Finalmente lhes foram ditas palavras, que atestam o grande valor da educação e do papel de todos aqueles que a ela se dedicam, mesmo que seja de forma metafórica.
"Se cada um fizer sua parcela FAMÍLIA, ESCOLA e SOCIEDADE, a quem haveremos de culpar? Toda vez que os homens se afastam da verdadeira ESSÊNCIA, do CRIADOR, portanto, da grande LEI que a tudo e a todos rege, este povo entra em decadência, até que novamente o PAI na sua suprema bondade oferece-lhes através do ANJO DA PALAVRA novas oportunidades para que possam cumprir a MISSÃO que lhes foi designada. Não procure no outro a resposta para suas inquietações. Olhe para dentro de ti, pois, aí eu estarei, no templo sagrado do teu coração. Eu me fiz presente em cada um para que todos tivessem o mesmo potencial. Usem bem aquilo que lhes dei: AMOR e SABEDORIA.Sem a ação sobre estas duas dádivas, nada realizarás."
Assinado
Anjo BRASIL

" os professores e mestres compõem a sinfonia do conhecimento e fazem as letras de um livro se transformarem em suaves acordes da eterna música da sabedoria, orquestradas por seus alunos, onde o autor é seu especial convidado". Uma sociedade que exclui ou dificulta o direito de um educador de ter acesso ao conhecimento, se reciclando constantemente, não pode exigir dele um dos mais nobres deveres: a arte de ensinar. Uma vez que se cumpram os deveres, os direitos estão assegurados e vice-versa. Foi preciso 10 passos para que os professores decifrassem completamente o enigma, apesar de se dar valor ao 10, jamais eles teriam chegado a este número se não tivessem qualificado cada resultados em particular da soma e do valor de cada número, mesmo que muitas vezes tivessem que reduzir, multiplicar ou dividir. Busque o 10, mas saiba que muitas vezes é preciso um 2,3..., para que possamos compreender que só se levanta quem caiu, e quem nunca caiu, pode não saber levantar. Vença a si mesmo e superarás os números, sendo você o número 1 expressão da grande "Unidade", que traz em essência todos os demais, e isto se chama Superação.

Prof. Dirceu Moreira

O QUE VEM DEPOIS DO "NÃO"?Pode ser o "SIM". - 3ª Parte


A metáfora da incongruência: Mais de 60% da população disse "Sim" ao "Não". E agora! Clique aqui p/ver a 1ª e 2ª parte

Era uma vez uma sociedade cujo sistema de governo, sempre dependia de uma prévia consulta ao povo que eles costumavam chamar de "Vamos ver o que eles pensam e a gente faz o que sempre fez". No campo da dualidade havia dois personagens, um representado pelo governo e outro pelo povo. Para resolver os impasses destas duas classes trabalhadoras, tudo que fosse ser realizado dependeria de um "plebiscito". É isso mesmo que você entendeu da palavra "plebe", que aliás é muito diferente de se fazer um "referendo" veja no dicionário e confirme as diferenças. Dois candidatos sempre disputam a preferência do eleitorado. De um lado o Sr. "Não" e do outro a "Sra.Sim". Desta forma esta sociedade vivia feliz e em paz, mesmo porque não havia muita necessidade de pensar, pois os dois candidatos despejava sobre a população uma avalanche de informações com conteúdo dúbios, de cunho apelativo e manipuladores da realidade, porque na verdade qualquer resultado visava sempre manter o poder em equilíbrio, ou seja: manda quem pode e obedece quem tem juízo. O melhor seria dizer: manda quem pode e obedece quem não tem juízo. Porque quem tem juízo pensa não é!. Sempre existiam duas opiniões: a certa (do governo) e a outra (povo). No entanto como nem tudo que reluz é ouro, e como tudo que sobe um dia tem que descer, aquela sociedade começou a viver momentos de pavor e desespero após um novo plebiscito que procurava confirmar o tempo de mandado dos governantes de 4 para 8 anos. O sr. "Não" tratou logo de contratar o sr. Cuca Donça, que nas vésperas da votação e saiu com o seguinte slogam de campanha e veiculado em todos os meios de comunicação:
Não vote "SIM" pelos 8 anos. Mas o que o sr. "Não", não esperava é que houvesse um erro gráfico (ou melhor grave, ou...) e a frase acabou saindo da seguinte forma: NÃO, vote SIM pelos oito anos. Por outro lado a sra. "SIM" contratou a agência do sr. Cuca da Onça, que durante todo o tempo fez propaganda em apoio ao "Sim" em prol dos oito anos. Como de costume continha todas aquelas apelações que estamos cansados de saber: manipulações de dados, apelos emocionais e artísticos. Na véspera do grande dia do "plebesrico", e por recomendação do sr. Cuca da Onça toda a plebe, quer dizer o povo (menos a outra classe) viu estampados nos outdoor e veiculados na telenet (tv na inter e inter na tv) o seguinte slogam de final de campanha: Você é muito importante para nós. Quando você diz Não para o "NÃO" você pensou no SIM. Então você não precisa de dúvida, pois ao dizer "SIM", você pensou no Não.
Ninguém em sã consciência (se é que estava sã ou vã) poderia entender a armadilha porque suas mentes estava atrofiadas por anos a fio num sistema de governo paternalista que havia batido o recorde em projetos/MP (medidas paliativas). Havia tanto "Vale isso, vale aquilo" "Leva isso leva aquilo", que já haviam até suprimido o dinheiro entre a plebe, digo povo. Desculpe sempre me atrapalho com esta metáfora.
O governo percebendo que aquelas atrapalhadas nas campanhas poderiam prejudicar o andamento do programa de governo (ou melhor, domínio de governo), procurou de imediato arremedear a situação. Trataram logo de lançar outra MP, e como não dava tempo de fazer licitações para escolher a agência de publicidade contrataram o sr. Valdérion. Então, na fatídica noite do famoso "plebesrico", sim porque os pobres-ricos, e os ricos-pobres também votavam, o "gúverno" (este gúverno é meramente enfático) lançou o seguinte programa CPMF-Contribuição Pai Mãe e Filho, batizada como mensalinho familiar, que iria durar pelo menos 8 anos. Vejam bem que a campanha estava associada (ou melhor manipulada) em prol do "SIM". Vocês já podem imaginar o resultado do tal ... Como era mesmo o nome? O importante é saber que o "SIM" ganhou com 92% dos votos. Os 9% restantes ficou assim distribuídos: 2% não entenderam nada e por isso não votaram, 6% não sabiam explicar porque haviam votado no "NÃO" e o restante 1% corresponde a uma classe de pessoas que eram chamados pejorativamente de "pensadores". Foram os únicos que não foram envolvidos pela armadilha emocional. Tentaram em vão alertar à plebe (povo), mas não conseguiram e foram rotulados de anti-governo. Aliás, nesta classe de pensadores, infelizmente, estava muita gente do governo. Poucos comandando muitos. Corrigindo: Poucos manipulando muito poucos, que pensavam pensar.
E assim continuava a vida naquela sociedade, até que num certo momento conta-se que o sr. "Não" e a "Sra.Sim" se conheceram num congresso chamado "Jogo das Polaridades", e notaram que tinham muitas coisas em comum, na verdade se complementavam. A partir daquele dia, deu-se início a um relacionamento de parceria, amizade e terminando com algo mais profundo. Desta relação nasceu o Equilíbrio e assim as forças opressoras do governo começaram a perder o poder de manipulação, instalando-se a anarquia do sistema de governo. Surge do seio daquele perdido 1%, Alguém que vem despertar, chamar atenção e preparar um novo momento para aquela sociedade. Naquela época floresceu a chamada Escola do Amor/sabedoria, cuja colheita de tão preciosos frutos, foram postos em atividade, elevando o estado de consciência daquele povo. Os programas que mais tiveram influência nesta mudança se chamavam:
"Fome de Saber", que fez renascer Escolas, bibliotecas e a cultura.
A "Fome de Ser", que restabeleceu a auto-estima/dignidade e a espiritualidade/religiosidade.
A "Fome de Fazer",trouxe o despertar do potencial de realização, da vontade posta em prática.
Aquilo que no governo anterior se chamava "leva isso, leva aquilo, bolsa disso, bolsa daquilo", "Fome Zero" e etc., com distribuição de benesses foi totalmente abandonado, porque aquele que trazia a tônica do novo momento falava a todos através de metáforas:
"O homem nasceu sabendo pescar. Quando alguém pescar por ele, estará aprisionando sua Inteligência e dilacerando o seu Ser. Se por acaso ele precisar de ajuda, conduza-o a encontrar o rio, ensine a fazer a vara e a pescar, depois disso deixe-o ir sozinho. Se antes disso ele precisar de comida, satisfaça-o. O corpo precisa. Logo a seguir dê a ele o alimento da alma e do espírito que é o amor/sabedoria, para que sozinho possa buscar seu auto crescimento. Ninguém jamais poderá limitar o "Ilimitado" que está no interior do coração de cada Ser humano." Toda vez que alguém tentar fazer isso, lembre-se sempre que haverá um momento em que esse potencial "Ilimitado", irá se libertar e o resultado poderá provocar a dor. No entanto se for feito através do Amor/Sabedoria, não haverá dor e sim o prazer e a felicidade."
Será que no momento atual esta situação estaria acontecendo em alguns dos nossos sistemas de governo?
Se estiver acontecendo é bom tomar cuidado, porque o que vem de baixo também atinge, e como atinge!
Isto é apenas um alerta, porque o Novo já chegou! O novo é mudança, então estejam preparado para ele!

CIA. De Pais & Filhos Ilimitada. (Eniete/Dirceu)

De quem são as responsabilidades das questões que envolvem disciplina em sala de aula.
Disciplina e indisciplina parece ser as duas palavras mais pronunciadas ultimamente e que provoca arrepios nos pais e professores. Disciplina quer dizer ordem, respeito, obediência e de certa maneira envolve aspectos formais envolvendo as normas, diretrizes, leis - que estão descritas em manuais, livros e na constituição. O lado informal da questão envolve as relações familiares e às vezes até escolar, quando não fica claro no regimento ou estatuto da escola. Não precisamos criar um código de leis dentro de casa, mas elas existem em todas as famílias e estão dissimuladas em forma de regras, que nem sempre estão claras e nem houve uma assembléia familiar para defini-las. Achamos que com as crianças de hoje até seria possível e democrático. Esta falta de clareza contida naquilo que conhecemos como o 4º mandamento (Honrar pai e mãe), pode ficar explicito, claro e compreensível para toda a família, não apenas para os pais. Estamos falando de família e não somente de responsabilidade do pai e da mãe, porque incorporá-la em nossa personalidade exige a prática deste pequeno. Querem um exemplo de uma regra subentendida? A mãe determina (disciplina) uma coisa e o pai faz outro. Isto gera confusão e conseqüentemente conflito, mas a criança aprende rapidamente a manipular seus pais. Experimente dirigir por uma rua onde os semáforos com o verde acima e vermelho abaixo, estejam invertidos ora numa esquina ora numa outra. Por que não podemos deixar estas regras bem claras dentro de casa, onde todos assumem responsabilidades de acordo com seu estado de consciência? Grande parte dos problemas disciplinares estariam resolvidos. Pare de achar que criança são irresponsáveis! Será que a atitude de uma criança de menos de cinco anos pode ser considerado indisciplina, quando pergunta insistentemente: manhê eu posso ter cinco anos? A mãe cansada de tanto "aborrecimento", cedeu à persistência da filha e respondeu que sim. No dia seguinte a menina chegou na escola e procurou o diretor e disse: Tio Juquinha minha mãe disse que eu posso ter cinco anos, então eu quero mudar de série (ir para o pré). Agora vamos falar um pouco mais objetivamente de situações reais que contribuíram para que hoje estivéssemos falando sobre disciplina, matéria essa que temos regularmente palestrado em escolas e compartilhando o assunto com os professores e pais.
Nós temos três instâncias que norteiam as questões disciplinares: a família, a escola e a sociedade. Vamos responder primeiramente uma delas ou parte dela.
1.Trata-se da responsabilidade da família, portanto dos múltiplos papéis de ser pai/mãe. Tempos atrás até a década de 70 aproximadamente, de certa forma os pais mantinham autoridade disciplinar sobre sua prole, nem sempre de forma adequada, porém os acontecimentos sociais eram outros. Depois disto veio a febre dos especialistas, década de 80 aproximadamente trazendo para si grande parte da responsabilidade em ensinar os pais como serem pais, muitos destes especialistas aliás nem o eram e nunca foram. Até ai tudo bem, pois se pode dar bons conselhos mesmo não sendo pai, porque quem está de fora vê as coisas sob outro ângulo. O maior problema deste período foi a propagação do slogan de que ao dizer "Não", aos filhos ou proibir, delimitar provocava traumas irreversíveis. Advém então o Oba!Oba!.É proibido proibir. Tudo pode! Grande parte daqueles que são pais hoje, fazem parte desta geração, que têm dificuldade de estabelecer os limites, porque não aprenderam a lidar com eles. Assim diante de uma nova geração de crianças de inteligências aguçadas, que se apresentam ao mundo como sendo rebeldes, agitadas, muitas vezes confundidas como hiper-ativas, estabelece-se a confusão entre o limite e a liberdade, porque ambos devem ser respeitados. É bom lembrar que aliado a estes fatos, outros interagem de forma significativa neste cenário das relações familiares. Trata-se da emancipação da mulher na busca do seus direitos de SER, aliou-se a isto outra necessidade que tumultuou este quadro, deixando-se a impressão de que a mulher estivesse abandonado seus filhos: o aspecto econômico e financeiro da família. Com isto a mulher teve que obrigatoriamente, sob pena de ver sua prole passar fome, a ir para a luta em busca de trabalho. Nós homens, não as devemos culpar por isso, salvo exceções daquelas que colocaram a profissão em primeiro lugar mergulhando sem saber no mundo competitivo do masculino, do qual elas não precisam copiar o modelo. Assim com quem ficaram os filhos? Quando tinham avós por perto, com eles. Menos mal. Quando não os tinham, ficam com a vizinha. Diante desta realidade o governo se apercebendo da gravidade do problema cria as creches para receber estas crianças que passam a ficar ½ período ou período integral. Proliferam-se as escolinhas particulares que vai do berçário (digo do nascimento até...). Quantas crianças que hoje já são jovens ou adultos casados que não passaram grande parte de suas vidas dentro de uma destas creches? A maior gravidade de tudo isso estava na preparação destas segundas mães em acolher os filhos dos outros, e não apenas um. É recente o fato do governo se preocupar com a preparação destas profissionais, então surge a educação infantil e mais recentemente o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da educação Básica), trabalho que envolve uma participação ativa de educadores e principalmente da UNDIME (União Nacional de Dirigents Municipais de Educação), parte deste fundo deve destinar-se às creches, porém ainda há muito que se fazer para consolidação destes direitos. A indisciplina não pode ser regida por lei como aquela proposta por uma deputada, regulamentado o que os pais devem ou não fazer, é pior do que os especialista que voltaram atrás, ou seja: tome de volta porque o filho é seu. Indisciplina é uma questão de reestruturação das três instâncias que começamos a falar. A família, a escola e a sociedade. Nós somos família, que vamos à escola onde têm famílias, e trabalhamos em empresas, freqüentamos a sociedade que é composta de pessoas que pertencem à uma família. Então de quem é mesmo a responsabilidade?
Não se preocupem, vem por ai mais um daqueles "besteróis", que nos qualificam de incompetentes como pais, é a SUPER NANI. A nova baba eletrônica, mais um modismo da televisão que irá resolver todos os seus problemas de relacionamento com seus filhos. Sabe qual é o diferencial: é que nem ela e nem eles irão viver e nem serão os pais de nossos filhos.

Eniete Aparecida Mondoni Moreira e Dirceu Moreira

A INFLAÇÃO E O LITRO DE 900ml


(Metáfora do poder aquisitivo: dialogo inusitado entre as comadres dona Benta e dona Nena).
"Volto atrás, sim. Com o erro não há compromisso."
Juscelino Kubitschek

Certo dia dona Benta e dona Nena se encontraram na rua, e começaram a conversar:
_Como vai dona Nena, se preparando para as festas de final de ano?_ Perguntou dona Benta.
_ Que é isso comadre, parece que o mar não está para peixes. E você Benta o que anda fazendo?
_Bem Nena, você sabe que todos os anos nós nos preparamos para fazer uma boa compra e fazer aquela festa com a família. Ouvi dizer que a inflação e os preços baixaram, pois lá para os lados do Planalto as festividades e as gastanças andam a mil.
_Deixa disto comadre Benta você ainda acredito em conto da carochinha? De que país você está falando? É do mesmo que eu moro?
_Claro Nena! Acho que você está um pouco influenciada pelo pessimismo. Você precisa pesquisar com mais atenção os preços e vai ver do que estou falando.
As duas resolveram fazer um trato, pois dona Benta havia dito que era possível comprar as mesmas coisas com o mesmo dinheiro de há pelo menos dois anos atrás. Aceito o desafio partiram para as compras. Depois de muito tempo de pesquisas em locais diferentes, foram conferir suas compras.
_Vamos ver agora comadre quem tem razão se eu ou você, disse Nena entusiasmada com a experiência.
Mas Benta ficou olhando para a quantidade das compras de uma e de outra e não gostou nada do que via, mas em todo caso ela já tinha aceitado o desafio e tudo indicava que não ia ser fácil convencer a amiga.
Depois de muitos cálculos e comparações dos produtos, ambas amigas estavam convencidas de que realmente haviam comprado em quantidade os mesmos produtos de há dois anos atrás, mas quando foram fazer uma comparação em termos de peso e volume, alguma coisa estava errado porque os dados não condiziam com a realidade.
_Comadre Benta, eu não estou entendendo o que aconteceu falou dona Nena.
_Nem eu comadre, temos os mesmos produtos, mas o volume é bem menor.
_Lembra-se Nena que ficamos de guardar e anotar tudo durante um ano para um dia fazermos esta comparação.
_Nossa!! Eu havia me esquecido Benta, mas eu tenho em casa todos estes dados no excel. Então vamos ver o que aconteceu?
_Vamos. Respondeu Nena.
As duas amigas se debruçaram no computador e compararam as planilhas do excel das compras mês a mês, por produto, marca, peso e etc. Fizeram cálculos e cálculos, pediram ajuda dos filhos, dos maridos, dos amigos e de alguns entendidos em atualização de valores.
RESULTADO DO RELATÓRIO.
Foram encontrados os seguintes dados incompatíveis, que as levaram a compreender o que havia acontecido: litros que eram de 1000ml passaram para 900ml, (grave erro matemático, de rotulagem, de embalagem ou roubalheira), quilos que antes pesavam 1000 gramas, agora pesam menos (acho que por causa da temperatura ou perda de umidade do produto), pacotes de biscoitos de 200 gramas, foram substituídos por 180, 174, 164, 140... Embora mantivessem o mesmo preço (isto é compreensível porque nem todo mundo vai querer comer 200 gramas de uma vez, existem famílias menores e também pode reduzir o desgaste dos veículos transportadores, as empresas podem produzir maior diversidade, dando um visual diferente para as prateleiras). As comadres também acharam alguns produtos em promoção (não tinha pra mocinha) do tipo leve três e pague dois (embora custassem tanto quanto pagar os três, mas há de se convir que psicologicamente o cliente estava ganhando). Alguns produtos que elas compraram havia compensado todo o trabalho, eram os chamados produtos de ofertas do dia: só que tudo vencia no dia seguinte e outros até no mesmo dia, mas tinha gente que levava de montão, mesmo que se perdesse (validade). O importante é aproveitar as ofertas.
Em relação a alguns destes casos, aqui relatados, o consumidor não poderá reclamar porque o governo tomou providências fantásticas depois de muitas denuncias. Através de "MP", não se dizer direito, mas acho que é Medida Provisória, não tenho bem certeza porque elas costumam ficar definitivas. Diante disto o governo determinou para nossa grande alegria que os fabricantes deveriam especificar estas mudanças no produto, da seguinte maneira: Atenção (em vermelho ou destaque), este produto antes era de 200 gramas. Sinceramente não entendi nada, e acredito que nem as donas Bentas e Nenas brasileiras entenderam, porque é claro e obvio que o cliente não é cego e está vendo que mudou. Porque a tal "MP" ou qualquer coisas deste gênero, não fez as seguintes exigências: esse produto era antes 180 gramas e custava $ 1,10, mas agora ele passou para 140 gramas e custa $ 0,80 (respeitar as proporções com a diferença do custo de embalagem). Ah! Ia me esquecendo de dizer-lhes dona Benta e Nena, o papel higiênico também teve desconto, ele foi de 40m para 30m. O quilo de pão nem se fala, varia de 2,80 até 5,50. Não vale quanto pesa, vale quanto querem cobrar.
Por isso, particularmente gosto da profundidade de reflexão contido nesta frase do prof. Dr. Nelson Salles " É preciso acreditar no ser humano, esse potencial traz a semente da autotransformação". Cabe acrescentar que o ser humano não vale apenas quanto pesa, mas o quanto ele É enquanto SER. As comadres Benta e Nena são "SERES", em busca de uma vida mais digna e estão compartilhando conosco o seus papeis de mães, de consumidoras conscientes e de brasileiras que são. È bom valorizar este capital Humano, você vai precisar dele. Agora as donas Bentas e Nenas de nosso Brasil se perguntam: mas cadê o Inmetro? Vou arriscar uma resposta: este não é assunto deles, mas sim dos Inkilometro, Inléguas ou a "perder de vista", e como perderam mesmo de vista, só nos resta dizer até a vista ou terra a vista (a prazo também não dá para comprar), porque de repente o metro de terra poderá ter sofrido reduções, por exemplo, ter passado de 1000 cm para 980cm ou coisa parecida.
Ninguém em são consciência pode dizer que não estamos tendo descontos!
Pensei em sugeri que o km tenha só 200m, Brasília ficaria mais perto e nossos dignos representante do povo, poderiam gastar menos, a final a distância estaria reduzida em quase 80%. O nosso real (somente internamente e em Brasilia, nas câmaras estaduais e municipais e outras instâncias governamentais), poderia sofrer reduções. Recentemente quem recebeu aumento foi a educação, não sei se os professores, mas creio que ainda não tenha dado tempo, porque a "hora" recebeu aumento. O ensino vai passar para 9 anos começando pelas escolas particulares, mas íntimo vai ficar nos oito anos mesmo.
Acredito que tenhamos que fazer alguma coisa, que só poderá produzir mudança através de uma suave revolução a partir da mudança do estado de consciência do nosso povo, e será mais rápido do que se possa imaginar, porque: "Você pode enganar algumas pessoas todo o tempo.
Você pode também enganar todas as pessoas algum tempo.
Mas você não pode enganar todas as pessoas todo o tempo".
Abrahan Lincoln - Presidente americano assassinado
Teve uma noticia que deixou dona Benta e dona Nena preocupadas: desapareceu do maior centro político do país um bloco de MP!!!
MP - Minha Pátria
MP - Meu País
MP - Meu Povo
MP - Muita Paciência
MP - Muita Paz
MP - Meus Parabéns por continuarem acreditando no Brasil! Vamos participar como cidadãos conscientes de nossos deveres. Enviem e-mail para esta coluna e para nossos governantes em todas as instâncias. Se ficarmos calados, seremos coniventes com a situação. Somos quase 190 milhões de brasileiros, você já imaginou se apenas 10% verdadeiramente conscientes de seus deveres de cidadania, enviassem e-mail, carta ou telefone (0800 do governo) para todos estes órgãos governamentais, seriam 19 milhões de correspondência, com sugestões e criticas, acho que nestes casos não haveria tempo para tanta desqualificação em relação à dignidade do povo Brasileiro. Haveria muito trabalho. Não é preciso ficar repetindo, pois vamos considerar que existem as exceções, porque serão elas as nossas aliadas, afinal há muita gente boa neste país que quer melhora-lo. Um provérbio diz: "uma andorinha só não faz verão". Mas o seu complemento é: ela pode não fazer, mas começa. Alguém tem que começar e não precisamos esperar pelo outro.
"Mesmo no meio de uma conjuntura difícil, temos alcançado o nobre mérito de vencer pelo trabalho". Prof.dr. Nelson Salles - Diretor Pres. do Ceitec-sc.
É deste trabalho que precisamos, porque de nada adianta reclamarmos que está tudo ruim, a vida está difícil. Verifiquem que existem pessoas que têm sucesso mesmo nos tempos difíceis, porque elas consideram que a crise não é uma ameaça, a CRISE é uma oportunidade, como é o caso do exemplo citado acima. Temos que faze nossa parte, trabalhando e este dever de reivindicar nossos direitos, começa quando nos manifestamos, mostrando que não estamos contentes com a situação, do contrário vamos ouvir coisas do tipo: mas ninguém disse nada! O povo não se manifestou! Ninguém é obrigado a adivinhar! Não mesmo! Por isso vamos fazer nossa parte.
E vamos ficar novamente com a reflexão inicial: "Volto atrás, sim. Com o erro não há compromisso."
Juscelino Kubitschek
Assim afirmava JK,Nosso compromisso é com o Brasil, e o nosso também.

 


 



 

 

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